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Você conhece a historia da impressão gráfica?

Em um breve resumo vamos começar do inicio.

Quem inventou a impressa?

Gutenberg desenvolveu o seu invento por volta do ano de 1430. A máquina de imprensa contava com uma prancha onde eram dispostos os tipos, ou caracteres móveis (letras, números, pontos etc.) moldados em chumbo.
Por conta dessas evoluções, Gutenberg ficou conhecido por ser responsável de inventar a imprensa.

Evolução

Ainda não estava perfeito, para montar uma página de um livro, era necessário trabalhar com os tipos o dia inteiro, após este processo repassava-se a tinta que era uma mistura de azeite vegetal e pó de carvão. Em seguida, com uma prensa, pressionava- se o papel contra as letras para obter o papel impresso.

Com o passar dos anos existiu vários processos de evolução. Por conta dessas invenções permitiram aumentar a velocidade das impressões em série, mil folhas por hora e era considerada alta produtividade naquela época.

Desde então, os avanços nunca mais pararam. Até que chegou a impressão off-set (incluir link), uma técnica que evoluiu diretamente da litografia.

Nas técnicas fotoeletrônica atuais, as partículas de tinta aderem ao papel graças às forças de atração elétrica, e assim, foi criado a fotocopiadora que sequentemente foi aprimorada e conectada aos computadores e diante disso criou a impressão digital.

Muito interessante conhecer essas historias né?

Agora você já imaginou uma vida sem livros, folhetos, cartazes, embalagens, entre outras coisas que são feitas pelo papel impresso. Seria muito estranho, e além de estranho seria bem mais difícil de comunicar através das propagandas.

Fonte: https://blog.360imprimir.com.br/historia-da-impressao-grafica/

Aprenda como preparar arquivos para impressão de forma correta e evite erros na hora da produção gráfica

Neste arquivo vamos dar algumas dicas para que você prepare seus arquivos para impressão de maneira correta e evite erros na hora da produção gráfica, vamos lá? 

  1. Não utilize arquivos de imagens, preenchimentos ou contornos em RGB  

O processo de impressão gráfica offset ou flexografia, utilizam o sistema de cores CMYK. Com isso, para realizar a impressão com as cores RGB são convertidas pelo software automaticamente para CMYK, e essa conversão não é fiel, devido a gama de cores alcançada pelo RGB que é bem maior que o CMY. Por isso, quando você manda aquele material com uma cor Azul Royal linda em sua tela, se surpreende ao receber a impressão na cor roxa. Outro defeito causado pelo RGB é o desencaixe de cores em texto preto com fontes pequenas.  

A dica é: O Azul Royal não pode ser convertido com fidelidade para CMYK. 
Para obter um Azul Royal aproximado utilizamos C100% M75% Y0% K0%. Faça um teste para mais ou para menos e veja o que mais lhe agrada. 

  1. Não utilize imagem em baixa resolução  

A qualidade da imagem conta muito na hora da impressão. Geralmente quando você baixa a imagem na internet a resolução é reduzida para 72 dpi, porém a qualidade ideal para impressão são 300 dpi. Nesse caso, as imagens com baixa qualidade ficam “pixadas” (com quadradinhos na borda). A dica é: Baixando o arquivo com 72 dpi da internet, passe para um software de edição, como photoshop, illustrator ou corel e reduza a imagem para 24% do tamanho original.  

  1. Word, Power Poin e Exel, não são programas de editoração gráfica 

Estes programas não são muito úteis na hora de compreender o CMYK nem controlar a resolução de imagem. Por isso não é aconselhável gerar impressos a partir deles. Os programas ideais são: Corel, Illustrator, Indesign ou Photoshop.  

  1. Sangre seu documento 

A área de sangria ou sangra, é necessária para facilitação do refile e melhorar o material gráfico. É a hora de exceder a área final do impresso em alguns milímetros. Além disso, é ideal que sangre inclusive imagens, assim você evitará que seu material venha com borda branca ou com alguma coisa indevidamente cortada.  

  1. Sombras, efeitos e afins 

Cuidado e muita atenção, nessa hora. Algumas vezes você utiliza, gera o pdf e não tem problema algum. Já outras, você vai fazer exatamente a mesma coisa e dá tudo errado. A transparência inverte, a sombra fica quebrada e outras anomalias acontecem e ninguém sabe de onde vem. Por isso, é importante que você utilize transparências, sombras, blur e afins sem moderação, mas ao final converta tudo isso que tiver efeito em bitmap e aí sim envie para a gráfica.  

Dica bônus:  
Se esse post ficou confuso para você, procure uma agência, designer gráfico ou até mesmo uma gráfica para fazer a arte final do projeto para você.  

Achou interessante?  

Impressão e Acabamento

Impressão

Essa etapa é a mais importante de todo o processo. É nela que vemos o resultado da arte virtual se materializar e ganhar vida por meio do material escolhido — papel, metal ou plástico. Por isso, é tão importante deixar tudo perfeitamente alinhado e corrigido.

Cada projeto demanda um tipo de volume de impressão. A Gráfica Scribo sempre indica que se o seu projeto é novo, deve fazer uma produção de baixas tiragens para testar a venda do seu livro. Assim o investimento é menor e os riscos ainda menores.

Acabamento

Quando uma peça gráfica com características diferenciadas é criada, a primeira coisa que vem à mente é ver o produto finalizado com um material de alta qualidade e acabamento perfeito, não? Isso faz com que os setores encarregados desse serviço estejam cada vez mais especializados e valorizados nas gráficas.

Assim, os tipos de acabamentos mais comuns são: refile (corte final) dobra, vinco, corte e vinco, laminação brilhante ou fosca e bordas arredondadas.

Essa fase pode ser executada na própria empresa responsável pela impressão ou em um fornecedor especializado nesse segmento — tudo depende da complexidade do acabamento. Finalmente, o trabalho está finalizado para ser entregue ao cliente.

O produtor gráfico é o profissional responsável pela essência de todo o processo de impressão. Nos projetos de livros, seu papel é programar e coordenar a edição, selecionando os temas e títulos que serão publicados; definir o conteúdo e o formato da obra em conjunto com os autores e editores e, ainda, determinar o cronograma de trabalho.

Conforme foi possível verificar neste post, saber como uma gráfica opera pode ajudar a otimizar os projetos, uma vez que você passa a compreender toda a dinâmica envolvida e de que forma atuar para contribuir para resultados cada vez mais aperfeiçoados.

Escolha a Gráfica Scribo para imprimir e cuidar dos acabamentos para seu negócio.

Pré Impressão

Aqui, o material gráfico é analisado a fim de constatar se atende corretamente às especificações técnicas exigidas pela gráfica que fará a impressão. Esse é o momento de prevenir e corrigir qualquer falha capaz de prejudicar o resultado, assim, é possível impedir surpresas desagradáveis, tanto para quem está envolvido diretamente com o projeto quanto para o cliente.

É nessa fase que a qualidade final do trabalho deve ser garantida por meio de uma triagem, adequando todos os arquivos aos padrões corretos para impressão, bem como gerando as respectivas matrizes para os processos que as demandarem. É bom lembrar que cada tipo de impressão tem suas próprias especificações, por isso, exige materiais e procedimentos distintos.